Sobre o autor

Conheça Thêmis

Timoneiro 

 

Forte, tão forte finjo ser 

Que a dor nem me importo ter 

Dor que por dentro corrói 

Ah! como dói! 

 

As rugas chegam-me... 

Tu e o tempo roubam-me 

Dias felizes e tudo que me é devido, 

jamais me poderá ser devolvido. 

 

Ah! Como hei navegado tantos fiordes... 

E as turbulências desse mar revolto, 

já enfrento com o élan dos lordes. 

 

Mastro alto! Bandeira desfraldada! 

Sou eu timoneiro! Mãos cansada(s), 

angustias sufocadas. Tenho de ser forte 

 

Olao (daqui e agora)