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1) comprometer sua independência e liberdade profissionais sobretudo diante de autoridades e patrões.

2) vincular seu nome ou colaborar com empreendimento duvidosos, ou que atentem contra a ética, a honestidade e a dignidade do homem.

3) Utilizar influências indevidas no exercício profissional.

4) Entender-se diretamente com a parte contrária, sem conhecimento prévio do advogado do mesmo e até de seu próprio cliente.

5) Misturar a advocacia com outras atividades.

6) Insistir no patrocínio, quando desaparecer a essencial confiança recíproca.

O que o advogado sempre deve fazer:

1) Sempre atuar com firmeza e destemor, mas com apurado senso de honestidade e civilidade.

2) Buscar diuturnamente o equilíbrio entre o interesse econômico-profissional com a nobreza e a ética da função publica essencial exerce.

3) Cuidar de sua reputação profissional e extraprofissional; porque o bom advogado depende do bom homem e do bom cidadão.

4) Ter sempre presente o seu compromisso de batismo profissional, posto que sua atuação profissional procede, historicamente, da nobreza do serviço que presta.

5) Contribuir sempre e diariamente para a melhoria da prestação jurisdicional, do Direito em geral e da convivência política dos homens.

6) Ter consciência de que sua atuação individual interessa a sua corporação e à sociedade em geral, pois é serviço publico prestado por particulares.

Numa frase : ou o advogado é ético, por princípio ou por lei; ou consente em ser um velhaco de terno e gravata !!